Bacabal - Maranhão, Brasil,

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

As escolas mais severas do mundo

GUANTÁNAMO PARA CRIANÇAS
Onde: Doncaster, Inglaterra
Nível de rigidez: Pede pra sair!
Quem sai da linha na Ridgewood School, na cidade inglesa de Doncaster, vai direito para uma espécie de versão júnior da prisão de Guantánamo. Trata-se de um cubículo todo vedado e pintado de preto – desde o chão até o teto –, com iluminação típica de sala de interrogatório, bem em cima do sujeito. O aluno fica horas ali. Para a direção, a “sala de estudos” é um meio de fazer o cara pensar duas vezes antes de aprontar de novo...

CHEIA DE NÃO-ME-TOQUE
Onde: Mesa, EUA
Nível de rigidez: Pauleira
Sabe aquele amassinho bom, no pátio ou no corredor? Pois na Shepherd Junior High School, na cidade de Mesa, nos EUA, isso é crime! Qualquer tipo de contato físico que dure mais de dois segundos, mesmo um abraço entre amigos, é uma falta grave passível não só de suspensão como de detenção! A galera ficou furiosa, mas o diretor não quis nem saber, dizendo que a “demonstração pública de afeto é algo embaraçoso”...

PRESENTE DE GREGO
Onde: Johanesburgo, África do Sul
Nível de rigidez: Casca-grossa
A apresentadora americana Oprah Winfrey gastou uma fortuna na construção de uma escola para meninas pobres na África do Sul, mas não deixou barato. Segundo reclamações de pais, o esquema por lá seria pior do que exército: só duas horas de visita por mês; guloseimas, nem em sonho; e as garotas não poderiam mandar e-mail ou falar ao celular. Para a bilionária, a Oprah Winfrey’s Leadership Academy for Girls não é rigorosa, mas segura. Sei...

LEI SECA
Onde: North Bend, EUA
Nível de rigidez: Severa
A Oregon Coast Technology School, na cidade americana de North Bend, descobriu que alguns alunos tomavam umas biritas lá dentro. Para coibir a prática, proibiu a entrada de qualquer tipo de garrafinha, como as de água, alegando que o pessoal escondia o goró nos recipientes. A norma continuou valendo mesmo após um teste revelar que a água dos bebedouros tinha mais bactérias do que a das torneiras...

INVASÃO DE PRIVACIDADE
Onde: Cidade de Cingapura, Cingapura
Nível de rigidez: Pauleira
Muita gente reclama da caretice do uniforme escolar. Pois um colégio na Cidade de Cingapura, capital desse país asiático, adota uma medida nada discreta com as meninas: vistoriar o sutiã de cada uma delas para ver se a cor está de acordo com o regulamento – o sutiã só pode ser branco, bege ou cinza. A escola tem até um estoque de sutiãs brancos para emprestar para quem sair do tom com alguma peça “espalhafatosa”, que poderia distrair os alunos.

HIGH SCHOOL MUSICAL
Onde: Evanston, EUA
Nível de rigidez: Casca-grossa
A Haven Middle School, em Evanston, nos EUA, adotou um programa barra-pesada para incentivar os alunos com necessidades especiais a ter bom comportamento. Na polêmica metodologia, as crianças viram integrantes de uma banda de rock. Quem fizer por merecer, acumula pontos na “gravadora”, tendo direito a certas “regalias”, como ir ao banheiro sozinho – desde, claro, que volte rápido para a sala: “Se você demorar mais de três minutos, é porque é doente”, diz a norma.

ESCOLINHA DO TERROR
Onde: Países com núcleos da Al Qaeda
Nível de rigidez: Pede pra sair!
A rede terrorista Al Qaeda tem um sistema mundial de “ensino” para formar futuros suicidas. Nas aulas, rola tanto a parte teórica, com vídeos de Osama bin Laden, quanto a parte prática, que vai desde pilotagem de avião até como detonar um cinturão de explosivos. Esses centros de treinamento estariam espalhados por vários países. Só na Inglaterra, calcula-se que haja 2 mil jovens tendo lições de como matar um monte de gente de uma vez só.

ACALMANDO AS FERAS
Onde: Pequim, China
Nível de rigidez: Pede pra sair!
Os alunos de uma escola durona de Pequim, na China, vão sair de lá com “trauma de quarta”. É que, toda quarta-feira eles têm que trocar os cadernos por um paninho úmido e se pendurar nas janelas para limpar os vidros do lugar. E qualquer passo em falso é meio caminho para se esborrachar no chão, pois são apenas 10 cm de parapeito para se equilibrar e nenhum equipamento de segurança. A direção alega que o medo deixa as feras bem mansinhas...

ISSO NÃO CHEIRA NADA BEM
Onde: Camden, EUA
Nível de rigidez: Severa
Justiça seja feita, a Camden-Rockport Middle School não é propriamente casca-grossa, mas virou notícia fora de Camden, nos EUA, depois de uma norma sem noção proibindo os alunos de – acredite! – soltar pum de propósito. A direção tomou essa atitude após descobrir que rolava uma disputa pra ver quem soltava o traque mais fedorento. O “infrator” corre o risco de detenção. Mas fica a dúvida: como saber quem deu o pum em questão e se este foi ou não intencional?

ESCOLA VIDA MANSA
Neste colégio português quem manda é o aluno.
Se você já está apavorado com as palmatórias e castigos dos “quartéis” acima, saiba que - ufa! - nem tudo é dureza quando o assunto é estudo. Por exemplo, a Escola da Ponte, na cidade do Porto, em Portugal, é uma referência mundial no quesito ensino alternativo. Para ter uma ideia, no início de cada ano letivo, os alunos é que votam os deveres e direitos de todos para aquele período. Além disso, não há provas, salas de aula - todo mundo aprende junto, em grandes galpões - e cada um pode enfatizar aprender a matéria que mais gosta. Quem foi que disse que português é bobo?

Fonte: Mundo da Máfia.

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

CEFFA Manoel Monteiro realiza simulado de vestibular

O CEFFA Manoel Monteiro realizou nesta última quinta-feira, dia 02 de julho, o primeiro simulado de vestibular do ano. Desde 2007 o CEFFA realiza provas de simulado de vestibular para as turmas do 2º e do 3º ano. Ontem foi aplicada a prova no 3º ano único. O objetivo é preparar os alunos para os diversos vestibulares e processos seletivos que enfrentarão ao longo da vida.

A prova era composta de 95 questões e os alunos tiveram o tempo de 4 horas para respondê-la. O assunto da prova era o conteúdo aplicado no segundo bimestre e a mesma serviu para extração da média do referido bimestre.

Devido a um atraso na aplicação dos conteúdos, a prova não contém questões das disciplinas Olericultura, Fruticultura, Cultivo de Grãos e Manejo e Conservação do Solo. As questões das mesmas serão aplicadas num simulado a parte.

Abaixo os links para downloads da prova e do gabarito.
Clique aqui para baixar a prova.
Clique aqui para baixar o gabarito.

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Domingo, 21 de Junho de 2009

ACEMEP realiza primeira assembléia do ano

A ACEMEP - Associação do Centro Familiar de Formação por Alternância de Ensino Médio Profissionalizante, realizou sexta-feira dia 19, a primeira assembléia ordinária do ano. A ACEMEP é a entidade gestora do CEFFA Manoel Monteiro. Compareceram pouco mais de dois terços dos sócios e foram discutidos diversos assuntos de interesses dos mesmos.

Foram repassadas informações sobre o andamento dos trabalhos da entidade bem como os projetos concluídos e em fase de conclusão e futuros projetos que estarão por vir. Dentre os futuros projetos está o da construção dos prédios que servirão de dormitórios e salas de aula. Foram também repassadas informações pedagógicas sobre o CEFFA, dentre elas o processo burocrático para legalização da escola. Sobre esse assunto, em votação, a maioria da assembçéia decidiu que o CEFFA deve lutar pela regularização da escola e consequentemente do curso técnico em agropecuária, e para isso deve juntar forças com outros CEFFAs de ensino médio do estado.

PRESTAÇÃO DE CONTAS
Na ocasião também foi feita a prestação de contas em três etapas.

Na primeira, Luis Neto, técnico responsável pela propriedade, fez a prestação de contas da estrutura produtiva do CEFFA. Detalhou toda a produtividade e seus respectivos setores e esclareceu sobre as previsões futuras de produção. Deu destaque para o pomar com 160 pés de cajú, a pocilga, o açúde com cerca de 5 mil alevinos e a produção de abacaxi que em breve estará dando frutos.

Em seguida Roberto Melo, diretor do CEFFA, fez a prestação de contas do pagamento da sessão feito por cada aluno. Relatou sobre o montante recebido, os gastos e sobre os débitos referentes a alunos inadimplentes.

Para finalizar, Vanderval Spadetti, coordenador do CEFFA, fez a prestação de contas geral. Esta relatou as entradas e saídas das contas da ACEMEP.

No final todas as prestações de contas foram aprovadas com unanimidade pela maioria.

Ainda foram discutidos outros assuntos e sem mais para o momento a assembléia que estava prevista para terminar no dia seguinte, encerrou-se ainda na sexta-feira, isso devido a uma decisão da maioria de ir até a noite para resolver logo todos os assuntos pendentes.

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Sábado, 20 de Junho de 2009

EFA de Marabá ganhará bosque em área degradada

Acompanhada dos alunos da Escola Família Agrícola de Marabá, a governadora Ana Júlia Carepa participou na manhã da última sexta-feira (19) do plantio de árvores nativas em uma área degradada da instituição, que será transformada em um bosque. Ao lado do secretário de Estado de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, a governadora plantou uma muda de samaumeira. O evento, organizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), integra o programa 1 Bilhão de Árvores para a Amazônia.

As mudas para a escola foram doadas pela empresa Floresteca, que atua com reflorestamento e plantios nos municípios de Pau D´Arco, Redenção e Santa Maria das Barreiras, no sul do Estado. A empresa possui uma área plantada com a espécie teca, de aproximadamente 8 mil hectares, e segundo seu presidente, José Maria Goldschimidt, tem interesse em apoiar outras ações ambientais promovidas pelo governo.

Goldschimidt entregou uma publicação sobre seus projetos de reflorestamento em Mato Grosso, onde atua há 16 anos.

Considerada uma madeira nobre, a teca é utilizada na produção de energia, a partir de desbastes periódicos, que ocorrem a partir do quarto ano de plantio. Os galhos são transformados em carvão, com uma produtividade média de 46 metros cúbicos por hectare, até a conclusão do ciclo da árvore, que é de 20 anos, quando ocorre o corte e a madeira é beneficiada, virando piso, compensado naval, móveis e outros produtos de longa duração.

Além do plantio comercial, a Floresteca também atuará na recuperação de Áreas de Proteção Ambiental (APA) e restauração de Reserva legal. Para isso, associou-se ao viveirista Mariosval Dueti Rezende, que produz as mudas em Pau D´Arco. A Floresteca recebeu da governadora o Cadastrado Ambiental Rural (CAR), da propriedade onde as mudas são desenvolvidas.

Melhorias na escola

A governadora recebeu uma carta dos alunos, contendo pedidos de apoio para a melhoria das condições da Escola Família Agrícola de Marabá, criada em 1996 com o apoio dos movimentos sociais da região, sobretudo os ligados ao campo. A escola utiliza a pedagogia da alternância, em que o aluno fica 15 dias em aula, com uma carga horária de 9 horas/dia, e outros 15 com a família.

De acordo com a professora Madalena Lira, hoje a escola atende 140 alunos, oriundos de 14 municípios, muitos deles de projetos de assentamentos e outros de áreas ocupadas, mas todos vinculados à agricultura familiar. As turmas são de ensino fundamental, mas a escola já formou duas turmas de ensino médico, com ênfase em agroecologia. Atualmente, 70 processos estão em fase de certificação pela Escola Agrotécnica de Castanhal.

A área da escola é de 86 hectares e seus projetos são apoiados pelas famílias e organizações nacionais e estrangeiras. A Emater desenvolve projeto de criação de pequenos animais e a instalação de um viveiro de mudas, que será transformado em fonte de renda. Os programas pedagógicos têm apoio do Estado e do município de Marabá.

Os alunos pediram à governadora uma biblioteca, uma quadra poliesportiva, uma sala de computação e a recomposição paisagística da sede da escola, danificada por um vendaval no final de 2008.

Ana Júlia Carepa assegurou que vai estudar os pedidos, mas explicou que não pode fazer tudo, pois há outras escolas para o governo atender. Ela se comprometeu com o projeto paisagístico e aproveitou para pedir o engajamento dos alunos, a fim de que eles apliquem em suas comunidades projetos de reflorestamento, como a silvicultura, que associa o plantio de espécies de valor comercial com frutíferas.

Fonte: Portal Amazônia.

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Segundo pesquisa, preconceito domina escola

O preconceito e a discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras. As que mais sofrem com esse tipo de manifestação são as pessoas com deficiência, principalmente mental, seguidas de negros e pardos. Além disso, pela primeira vez, foi comprovada uma correlação entre atitudes preconceituosas e o desempenho na Prova Brasil, mostrando que as notas são mais baixas onde há maior hostilidade ao corpo docente da escola.

Esses dados fazem parte de um estudo inédito realizado em 501 escolas com 18.599 estudantes, pais e mães, professores e funcionários da rede pública de todos os Estados do País. A principal conclusão foi de que 99,3% dos entrevistados têm algum tipo de preconceito e que mais de 80% gostariam de manter algum nível de distanciamento social de portadores de necessidades especiais, homossexuais, pobres e negros. Do total, 96,5% têm preconceito em relação a pessoas com deficiência e 94,2% na questão racial.

"A pesquisa mostra que o preconceito não é isolado. A sociedade é preconceituosa, logo a escola também será. Esses preconceitos são tão amplos e profundos que quase caracterizam a nossa cultura", afirma o responsável pela pesquisa, o economista José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA). Ele fez o levantamento a pedido do Inep e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, órgãos do Ministério da Educação (MEC).

Segundo Daniel Ximenez, diretor de estudos e acompanhamento da secretaria, os resultados vão embasar projetos que possam combater preconceitos levados para a escola - e que ela não consegue desconstruir, acabando por alimentá-los. "É possível pensarmos em cursos específicos para a equipe escolar. Mas são ações que demoram para ter resultados efetivos."

BULLYING
A pesquisa mostrou também que pelo menos 10% dos alunos relataram ter conhecimento de situações em que alunos, professores ou funcionários foram humilhados, agredidos ou acusados injustamente apenas por fazer parte de algum grupo social discriminado, ações conhecidas como bullying. A maior parte (19%) foi motivada pelo fato de o aluno ser negro. Em segundo lugar (18,2%) aparecem os pobres e depois a homossexualidade (17,4%). No caso dos professores, o bullying é mais associado ao fato de ser idoso (8,9%). Entre funcionários, o maior fator para ser vítima de algum tipo de violência - verbal ou física - é a pobreza (7,9%).

Nas escolas onde as agressões são mais intensas, o desempenho na Prova Brasil é menor. "É lamentável e preocupante verificar que isso ocorre, mas os dados servem como alerta para que a escola possa refletir e agir para modificar esse cenário", diz Anna Helena Altenfelder, educadora do Cenpec. "As pessoas não são preconceituosas por natureza. O preconceito é construído nas relações sociais. Isso pode ser modificado.

Fonte: OEstadao.com.br.

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

MEC fechará 17 cursos de formação de professor

Fiscalização realizada pelo Ministério da Educação revelou que os cursos de formação de professores encontram-se em situação desoladora no país.
O trabalho envolveu 60 cursos de nível superior –49 de pedagocia e 11 de normal. Todos haviam obtido conceitos insatisfatórios (1 e 2) no Enade.
O Exame Nacional de Avaliação do Desempenho de Estudantes fora aplicado em 2005. Mas os resultados só vieram à luz em 2007.
Em fevereiro de 2009, o MEC constituiu uma “Comissão de Supervisão” dos cursos. O grupo foi assessorado por especialistas em pedagogia.
O trabalho foi concluído no mês passado. Produziu-se o retrato de uma tragédia. Com base nesse levantamento, que envolveu visitas às escolas, o ministério decidiu agir.

De cara, serão fechados 17 cursos, 12 dos quais a pedido das próprias instituições de ensino. Eis os cursos que se encontram em processo de extinção:

1. Centro de Ensino Superior de Catalão (Catalão–GO)
2. Faculdades Integradas de Fátima do Sul (Fátima do Sul–MS)
3. Universidade de Fortaleza (Fortaleza–CE)
4. Universidade Federal de Mato Grosso (Colider–MT)
5. Universidade Federal de Mato Grosso (Diamantino–MT)
6. Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Campo Grande–MS)
7. Instituto Superior de Educação Verde Norte (Mato Verde–MG)
8. Faculdades Integradas IESGO (Formosa–GO)
9. Faculdade de Direito e Ciências Sociais do Leste de Minas (Reduto–MG)
10. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Bosco (Resende–RJ)
11. Instituto Superior de Educação Almeida Rodrigues
12. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Tatuí (Tatuí–SP)
13. Faculdades Integradas de Naviraí (Naviraí–MS)
14. Centro Universitário de Araraquara (Araraquara–SP)
15. Instituto Superior de Educação de Campo Verde (Campo Verde–MT)
16. Instituto Superior do Litoral do Paraná (Paranaguá–PR)
17. Faculdades Sete de Setembro (Caldas Novas–GO)

Apenas três de pedagogia submetidos à fiscalização foram considerados “satisfatórios” pela comissão do MEC.

Entendeu-se que os resultados do Enade, embora ruins, não batiam com a situação encontrada na visita in loco. Essa trinca de cursos é ministrada pelas seguintes instituições:

1. Universidade Católica de Pernambuco (Recife–PE)
2. Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Campinas–SP)
3. Universidade Católica de Goiás (Goiânia–GO)

Os demais 40 cursos continuarão funcionando sob condições. Já assinaram ou ainda vão assinar um documento chamado TSD (Termo de Saneamento de Deficiências).

Trata-se de um acordo no qual as escolas se comprometem a sanar os seus problemas num prazo de um ano.

um acordo com o MEC para melhorar a situação de seus cursos no período de um ano. Das demais, três foram considerados de boa qualidade. O restante será extinto.

Essas instituições estão divididas em três grupos. O primeiro é compostos por 26 escolas que assinaram o acordo ainda em 2008.

Nesses casos o prazo dado pelo MEC para os ajustes encerra-se no final desse mês de junho.

Um segundo grupo –cinco escolas—assinou o termo de ajuste entre março e abril de 2009. Terão de apresentar relatórios preliminares até o final do ano.

Um terceiro grupo –nove cursos— assinará o compromisso nos próximos dias. E terá até 2010 para se ajustar.

Noves fora a situação precária das escolas que formam os professores brasileiros, uma outra pesquisa que corre de mesa em mesa no MEC traz dados preocupantes.

Foi feita pela professora Paula Louzano. É doutora pela Universidade de Harvard, uma das mais prestigiosas usinas de canudos dos EUA.

Servindo-se de dados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), Paula verificou que só 5% dos alunos que obtiveram as melhores notas desejam se tornar professores.

Mesmo entre os alunos que obtiveram as piores menções o gosto pelo magistério é baixo: 16%. Reflexo da falta de atrativos da carreira.

Coisa natural num país que está às voltas com dificuldades homéricas para implementar uma lei que concede aos professores o piso miserável de R$ 950 mensais.

Clique aqui para acessar ao relatório do MEC com sete páginas relatando a situação a situação em que se encontram os 60 cursos fiscalizados e os nomes das escolas.

Fonte: Correio do Povo.

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Domingo, 7 de Junho de 2009

Cursos de Pedagogia são reprovados pelo MEC

Relatório divulgado esta semana pelo MEC (Ministério da Educação) apresenta dois cursos de pedagogia em Mato Grosso do Sul que deverão ser extintos por baixa qualidade, a pedido das instituições de ensino, depois das verificações feitas pelo próprio MEC, que constatou o baixo desempenho.

Os cursos fazem parte da grade das instituições de ensino: Faculdades integradas de Fátima do Sul e a Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal) em Campo Grande, que pediram a extinção do curso de Pedagogia, devido ao baixo desempenho registrado nos exames nacionais.

De acordo com o relatório oficial do MEC, “as Faculdades Integradas de Fátima do Sul encontram-se também em processo administrativo de descredenciamento da Instituição, por irregularidades na emissão de diplomas e documentação acadêmica; de qualquer forma, para o efetivo descredenciamento da Instituição, é preciso a formalização do ato de encerramento da oferta de seus cursos, incluído o de Pedagogia”

Outros três cursos de Mato Grosso do Sul tiveram de assinar um TSD (Termo de Saneamento de Deficiências), após o resultado do Enade realizado em 2007. No município de Naviraí, o curso de Pedagogia já foi extinto a pedido das Faculdades Integradas de Naviraí.

O MEC relata que as instituições: Faculdade de Pedagogia de Nova Andradina, Faculdades Integradas de Cassilândia e Faculdades Integradas de Paranaíba se comprometeram a melhorar os resultados no próximo exame.

Fonte: Capital News.

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